Valorização, reconhecimento e respeito aos povos indígenas estão na pauta de ações do deputado Roberto Cidade

Facebook
Twitter
WhatsApp

Dados parciais do Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que um número maior de brasileiros passou a se identificar como tendo ascendência indígena. Em pouco mais de uma década, a população que se considera indígena cresceu pelo menos 66% no Brasil, saltando de quase 900 mil pessoas, em 2010, para mais de 1,4 milhão.

Nascido em Manaus e criado entre a capital e Manicoré, no Médio Amazonas, o deputado estadual, Roberto Cidade (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), tem buscado, em seu mandato, se manter atento às demandas próprias dos povos indígenas, além de destacar a importância das raízes regionais.

E entre as iniciativas que buscam essa valorização está a Lei nº 5492/2021, que cria o Dia Internacional da Mulher Indígena. Conforme Cidade, no Brasil, as mulheres indígenas desempenharam, historicamente, um papel fundamental como agentes de mudança nas famílias, comunidades e na vida do povo, por isso, nada mais justo do que ressaltar a importância delas na forma da lei.

“Nosso trabalho pelas mulheres amazonenses é diário, temos várias iniciativas que visam garantir mais segurança e respeito a todas, sejam as mulheres da capital, do interior, da zona rural. Não só a segurança física e emocional, como a identitária também. Às mulheres do Amazonas, às indígenas, todo nosso respeito”, disse.

Cidade lembra ainda que no Brasil e nos países do Cone Sul, as mulheres indígenas desempenharam, historicamente, um papel fundamental como agentes de mudança nas famílias, comunidades e na vida do povo.

“Por isso, é importante que também no Amazonas, a gente reconheça e valorize essa memória de resistência das mulheres indígenas”, continuou.

Lei orgânica de São Gabriel da Cachoeira

Outra iniciativa do parlamentar, enquanto presidente da Casa, é a revisão e atualização das leis orgânicas dos municípios do Amazonas e a primeira a ser submetida a esse trabalho foi a Lei Orgânica do Município de São Gabriel da Cachoeira (distante a 851 quilômetros de Manaus).

Realizado pelos vereadores gabrielenses, com supervisão dos servidores do Centro de Cooperação Técnica do Interior (CCoti), da Casa Legislativa, o trabalho permitiu que as questões indígenas envolvendo as 23 etnias de São Gabriel da Cachoeira, com suas especificidades socioculturais, ganhassem as diretrizes necessárias para melhor atender o município, tendo em vista que se trata da cidade mais indígena do Brasil, onde nove a cada dez habitantes são indígenas.

“Esta é a primeira Lei Orgânica do Amazonas que olha para questão indígena como deve e merece ser tratada. Fico feliz e me sinto honrado de, enquanto presidente da Aleam, ter sido aquele que fez justiça aos indígenas da região de São Gabriel, fortalecendo e melhor direcionando o trabalho dos vereadores no cumprimento da missão que a eles foi confiada pelo povo. Sei que ainda temos muito a fazer para reparar e reconhecer a importância dos indígenas na nossa história e considero importante já termos dado passos nesse sentido em nosso primeiro mandato. Será assim também no próximo, que inicia no mês que vem”, reforçou Cidade.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email
Telegram
Print

MATÉRIAS RELACIONADAS

AMAZONAS

TCE - EM PAUTA

MANAUS

ASSEMBLEIA EM PAUTA

CÂMARA EM PAUTA

SÉRIE O AMAZONAS