Sepror divulga informativo sobre a estatística pesqueira da piracatinga no Amazonas

A captura dessa espécie está proibida desde 2015 em todo o território nacional
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O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), divulgou, nesta terça-feira (14/03), no site da Secretaria, um informativo sobre a estatística pesqueira da piracatinga no estado.

O informativo faz parte de um Plano de Trabalho Multiinstitucional (PTM), da Secretaria Executiva Adjunta de Pesca e Aquicultura da Sepror, que traz os números sobre a atividade pesqueira da espécie no estado, organizados por eixos temáticos como: diagnóstico sobre a pesca e à comercialização da piracatinga, campanha de combate à pesca ilegal, plano estratégico de monitoramento e controle da pesca, desenvolvimento de iscas alternativas estabelecendo as diferentes etapas da cadeia produtiva, monitoramento das populações de botos e jacarés.

A pesca da espécie ocorre no estado, há pelo menos 30 (trinta), anos para fins comerciais, tendo como principal mercado consumidor a Colômbia, porém, em 2015, devido a utilização de iscas ilegais para a captura do pescado, o Governo Federal proibiu a pesca e a comercialização em todo o território nacional.

Os estudos para divulgação da estatística foram realizados em oito municípios: Benjamim Constant, Beruri, Fonte Boa, Manacapuru, Maraã, Santo Antônio do Içá, Tabatinga e Tefé, com 178 pescadores entrevistados sobre a pesca da piracatinga. As entrevistas foram realizadas no mês de maio de 2022, nos locais de desembarque de pescado, nas organizações da sociedade civil de pescadores (Colônias, Associações e Sindicatos) e nas unidades locais do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), nos municípios do interior do estado.

A estatística por espécies nativas “passará a ser publicada semestralmente com o objetivo de subsidiar o estado com informações que possam auxiliar a execução das políticas públicas e ao mesmo tempo vislumbrar, mesmo que de forma bem pontual, o esforço de pesca associado ao desembarque, principais regiões produtivas e o perfil das principais espécies comercializadas”, afirmou o secretário adjunto, Márcio Pinheiro.

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