Liceu oferece curso inédito para confecção de bioinstrumentos musicais da natureza amazônica

O projeto visa desenvolver a habilidade artesanal dos alunos e utilizá-la no contexto da música regional
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FOTOS: Marcio James / Secretaria de Cultura e Economia Criativa

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, através do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, apresenta o Curso de Bioinstrumentos Amazônicos. As inscrições acontecerão na próxima segunda e terça-feira (05 e 06/06), das 8h às 17h, de forma presencial, no Bloco F da sede do Liceu, localizada no Sambódromo, avenida Pedro Teixeira, Dom Pedro.

Serão disponibilizadas 15 vagas para o público a partir de 16 anos. As aulas ocorrerão no período de 12 de junho a 15 de julho de 2023, às segundas e quartas, no horário das 14h às 17h.

O curso de Bioinstrumentos Amazônicos é inédito na escola de artes do estado. A iniciativa visa estimular um processo criativo de confecção de instrumentos musicais de percussão e efeitos sonoros, utilizando organismos naturais, como por exemplo, cuias, sementes, ouriços, dentre outros. A implantação do projeto possibilitará preparar os alunos para o mercado artístico do Amazonas, além de oferecer oportunidades de ganhos financeiros com a venda da sua produção.

Ao término do curso será criado um Grupo de Prática de Bioinstrumentos Amazônicos, com a intenção de montar uma miniorquestra composta pelos alunos. Cada integrante tocará os instrumentos confeccionados nas próprias aulas, juntamente com o Grupo Gaponga, referência em biomúsica e no repertório utilizando, exclusivamente, instrumentos musicais produzidos a partir de materiais orgânicos da floresta.

“O nosso objetivo é desenvolver o gosto e a valorização da nossa cultura, proporcionando aos alunos um diálogo com a natureza e interação com os traços expressivos da identidade Amazônica”, afirma o diretor do Liceu, Davi Nunes, adiantando que, ao final da última turma do curso, será promovida uma apresentação artística como os alunos, no dia e local a serem definidos.

O diretor do Liceu reforça, ainda, que a implantação do projeto prevê a possibilidade da criação de um movimento musical focado na percussão amazônica, que atualmente é desenvolvida pelo percussionista João Paulo Ribeiro, através de vários instrumentos criados para esse fim.

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