Websérie “A Manaus que eu vivo” encerra com poema inédito em homenagem aos 352 anos da capital

Série de vídeos está publicada nas redes sociais do Governo do Amazonas

Manaus é pura arte. E nas redes sociais o Governo do Estado homenageia os 352 anos da capital amazonense em verso e prosa. Neste domingo (24/10), vai ao ar o quarto e último episódio da websérie “A Manaus que eu vivo”, com um poema inédito do músico e poeta amazonense, Celdo Braga.

O poema, que leva o mesmo nome da série, compõe um dos quatro episódios que mostram a metrópole transformada diariamente pela sua gente. Com um vídeo publicado por dia, o primeiro episódio foi ao ar na quinta-feira (21/10), nas redes sociais oficiais do Governo do Amazonas.

Primeiro episódio – O vídeo de estreia apresentou a visão da cidade por uma servidora pública estadual, que atua como merendeira há oito anos na Escola Estadual Profª. Lenina Ferraro da Silva, zona norte da capital. A servidora pública estadual Lilmara Arinana faz parte dos mais de seis mil servidores técnicos da Secretaria de Estado de Educação e Desporto que foram contemplados, pela primeira vez na história, com o abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em 2020.

Segundo episódio – No segundo episódio, a série trouxe a visão do produtor rural Jamerson Ferreira, que há dez anos atua como feirante vendendo hortaliças. Ele é um dos 500 produtores beneficiados pela feira da Agência Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS) na capital.

Terceiro episódio – O terceiro episódio trouxe o escritor e produtor cultural Rojefferson Moares. Descendente de indígenas da etnia Mura, foi um dos contemplados, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, com o Prêmio Feliciano Lana e com o Auxílio Estadual, do Governo do Estado, para os artistas afetados pela pandemia de Covid-19.

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