Primeira edição do Pirarucurta supera expectativa de público

 

Aproximadamente 600 pessoas compareceram ao Star Wars Amazônico, nos dias 15 e 16 de novembro, no Centro Cultural Usina Chaminé, em Manaus-AM.

 

Com premiações de curtas-metragens acadêmicos, apresentação de músicos regionais, presença de influenciadoras digitais e bate-papo, assim foi o encerramento do Pirarucurta – Festival Audiovisual Universitário FMF|Wyden, na noite deste sábado (16). Durante os dois dias de programação, foi registrado um público de aproximadamente 600 pessoas, superando a expectativa da organização do evento, que previa a movimentação de 300 participantes, no Centro Cultural Usina Chaminé, em Manaus-AM.

A ideia do Pirarucurta surgiu como projeto interdisciplinar, realizado pelo curso de Comunicação Social da Faculdade Martha Falcão|Wyden. Para o coordenador-geral dos Cursos de Graduação da instituição realizadora do festival, Antônio Luiz da Silva Maués, o evento não agrega apenas ao curso, nem tão pouco para a faculdade, mas para toda a cidade de Manaus. “Acreditar em si e fazer aquilo que te faz feliz e confortável, é isso que nós pregamos na faculdade. Esse engajamento e essa participação em um grande evento como esse é a oportunidade perfeita para os alunos se descobrirem”, disse o coordenador.

Para o aluno João Mateus Sá, líder do grupo do Cerimonial, o festival foi um verdadeiro desafio e uma grande surpresa com a proporção que tomou. “Para nós, como turma, foi adquirir um conhecimento quanto a essas disciplinas. Eu posso afirmar que ninguém esperava por isso, que o evento ganhasse nível municipal e agora a gente quer que ele chegue a nacional, levar a cultura amazonense para os outros Estados, mostrando o valor que um audiovisual tem aqui”, enfatizou o estudante.

Já a aluna Fernanda Souza que fez sua participação na organização geral, destacou as etapas de elaboração do evento. “A missão de elaborar, planejar, colocar em execução e produzir o evento, superou todas as expectativas, virando um Cannes da Mata, já se tornou um evento local. Tudo isso parece um sonho e ver que é real foi muito melhor do que foi pensado inicialmente”, destacou Souza.

A professora Karina Gonçalves, uma das organizadoras do festival, ressaltou a participação dos alunos que se superaram a cada dia “Aqui os alunos vivenciaram e desenvolveram habilidades que eles vão usar para a vida toda. Nós trouxemos visibilidade não só aos cursos de Comunicação Social envoltos na área de audiovisual, mas para alunos dos mais diversos cursos que são interessados na área”, disse Gonçalves.

A coordenadora-geral do Pirarucurta, professora Carla Batista, deferiu as palavras finais carregadas de orgulho e parabenizando a todos os alunos que deram o máximo para o festival. “As minhas expectativas de movimentação que demos no mercado audiovisual, de público e o próprio conhecimento desse local que sediou o evento. Agora nós vivemos tudo que foi planejado, na pressão e nas noites mal dormidas. Eu posso confirmar que meus alunos estão preparados para a mercado profissional”, destacou a idealizadora e líder da organização do evento.

A Usina Chaminé totalmente ocupada e teve grande movimentação do público, nos dois dias do evento, quando foi possível também visitar as exposições permanentes e temporárias do próprio centro cultural. O festival terminou na noite deste sábado com a entrega de 15 prêmios. A principal premiação, troféu Pai d’égua, teve Thiago Morais, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), como o melhor diretor, com a obra ‘A estranha velha que enforcava cachorros’ de Thiago Morais, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Agora o Pirarucurta aguarda a próxima edição.

Texto: Emilie Guimarães – Da Agência Experimental Falcon 
Fotos: Silvano Junior

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