Felipe Prior é acusado de estupro

 

Nesta sexta-feira (03) a reportagem da revista Marie Claire veio com  revelações bombásticas sobre o eliminado do BBB20 Felipe Prior. Documentos exclusivos obtidos pela revista mostram que ex-BBB foi acusado formalmente de violentar mulheres em 2014, 2016 e 2018.

Mulheres  revelaram acusações graves do Prior, de acordo com a revista sob sigilo, duas mulheres  declararam  supostos estupros praticados pelo ex-BBB20 em jogos universitários no interior paulista entre 2014 e 2018.  Uma dela relatou uma tentativa de estupro no mesmo evento: o InterFAU, competição esportiva entre faculdades de arquitetura do estado de São Paulo. Prior é formado no curso pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 Themis uma das supostas vítimas, relata que pegou uma carona com Prior após uma festa relacionada ao evento em agosto de 2014. No relato dado para a revista, ela adisse havia consumido bebida alcoólica e em um momento da viagem o rapaz a forçou a ir para o banco de trás do carro, onde ocorreu o suposto estupro. Os depoimentos foram registrados pelas advogadas da vítima no Departamento de Inquéritos do Fórum Central Criminal em 17 de março de 2020, de acordo com a publicação.

O documento afirma que Themis teve uma laceração no lábio vaginal esquerdo, após a suposta agressão. Depois de ser deixada em casa por Prior, conta que foi levada para um hospital pela mãe e foi atendida por três médicas, que ao notarem o ferimento, a questionaram sobre o que teria ocasionado, e a jovem, por sua vez, respondeu que tinha sido um namorado. Themis afirma que passou a ter crises de pânico que continuaram a ocorrer mesmo depois de um ano após o suposto estupro.

Outro relato é de uma mulher com nome fictício de Freya. Na edição de 2016 do InterFAU, no município paulista de Biritiba-Mirim, ela afirma que foi vítima de uma tentativa de estupro de Prior enquanto estava embriagada. Após ela entrar na barraca do rapaz e perceber que não havia camisinha para relação sexual, se negou a continuar com o ato, mas Prior, segundo o relato, insistiu no ato sexual com agressividade, e após resistência da mulher, desistiu.

A revista localizou a terceira vítima que seria a Ísis. O caso, segundo a mulher, ocorreu em 2018, quando o evento se passou na cidade de Itapetininga. Ela afirma que entrou na barraca de Prior e teve relações sexuais, no início, consentidas, mas afirma que ele passou a agir de maneira violenta e Isís pediu para o que ato sexual se encerrasse: mesmo assim, ele teria continuado praticando-o à força.

Nesta sexta-feira, após a reportagem da Marie Claire, a InterFAU divulgou um comunicado sobre o assunto em que confirma o banimento de Prior do evento.

A assessoria de nega a acusação 

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