Estação de captação de água do Proama volta a operar e abastecimento retorna a partir desta quarta-feira

FOTO: ALEX PAZUELLO/AGECOM
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O Governo do Amazonas e a Prefeitura de Manaus religaram, no final da tarde de ontem (terça-feira, 22 de julho), a estação de captação de água do Programa Água para Manaus (Proama) e os primeiros bairros devem começar a ter o fornecimento normalizado a partir desta quarta-feira, 23 de julho. A previsão é que até o próximo sábado todos os bairros afetados tenham o abastecimento normalizado.

A estação de captação do Proama foi danificada no dia 24 de junho, após uma balsa colidir em pilares da ponte que dá acesso à estação, avariando a adutora que leva a água do Rio Negro para a estação de tratamento. O trabalho de reparo completo da estrutura que foi destruída ainda deve demorar mais dois meses, no entanto, por determinação do Governo do Estado e da Prefeitura de Manaus, a religação do sistema foi priorizada e o Proama voltou a operar, 29 dias depois do acidente.

O fornecimento de água para os grandes reservatórios do Jorge Teixeira, Nova Floresta e Mutirão iniciou ainda na madrugada desta quarta-feira, 23, sendo que, pela manhã, o reservatório do Nova floresta já estava quase cheio, portanto até à tarde esse bairro já terá o seu fornecimento de água regularizado. O Proama trabalhará 24 horas por dia para que nos próximos dois dias seja normalizado o abastecimento nas casas das zonas norte e leste que foram prejudicadas após o acidente.

 Ação compartilhada – A previsão inicial era que o funcionamento do Proama ocorresse no dia 30 de julho, mas esta data foi antecipada em uma semana. A ação compartilhada entre Governo e Prefeitura facilitou o andamento do trabalho. ​

O presidente da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), Heraldo Câmara, explicou que as pessoas prejudicadas pelo desabastecimento terão compensação nas contas de consumo de água. “O prefeito já determinou à Manaus Ambiental que todo o pessoal da área que ficou desabastecida terão suas contas totalmente canceladas”, afirmou. Segundo ele, nas áreas onde o prejuízo foi minimizado com a operação emergencial por poços, pagarão o consumo normal e as residências que possuem taxas fixas, pagarão um valor mínimo.​

O Governo do Amazonas aguarda a finalização dos inquéritos na Polícia Civil e Capitania dos Portos para tomar providências quanto ao ressarcimento dos custos de reconstrução da ponte e da adutora, necessária para normalizar o abastecimento de água na capital. O valor investido pelo Governo do Amazonas na recuperação após o acidente foi de R$ 5,9 milhões.

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