Com maior número de denúncias em 2013, poluição sonora terá audiência na CMM nesta quarta-feira

 

CMM

Responsável por 74% de todas as 7.009 denúncias da população à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) em 2013, a poluição sonora na capital amazonense será tema de audiência pública na Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta quarta-feira (4), a partir das 9h. A reunião foi proposta pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, vereador Everaldo Farias (PV).

De acordo com o parlamentar, a audiência servirá para iniciar um debate necessário na cidade, levando em conta os dados levantados pela Semmas, que precisa do apoio de outros órgãos e da própria população para combater este problema. “É preciso discutir sobre este tema que a cada dia registra números mais alarmantes. No ano passado, tivemos, em média, 14 denúncias por dia referentes à poluição sonora”, constatou.

Participam da audiência representantes da Policia Militar do Amazonas, Batalhão Ambiental, Ministério Público do Estado (MP-AM), Vara Especializada em Meio Ambiente e Questões Agrárias (Vemaqa), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM), Manaustrans, Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).

A secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Kátia Schweickardt, ressaltou que a audiência tem objetivo fazer com que o combate à poluição sonora passe a contar de forma efetiva com a parceria de todos os órgãos. “Precisamos fiscalizar, sobretudo, a poluição sonora causada por veículos automotores adaptados com equipamentos sonoros de grande potencial poluidor, geralmente causadoras de conflitos sociais”, afirmou.

O debate de quarta-feira será iniciado após a exibição do vídeo ‘Poluição Sonora: Causas e Efeitos’, produzido pela Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) com o objetivo de sensibilizar as pessoas a uma mudança de comportamento no que diz respeito à questão sonora.

“Vamos discutir estratégias para inibir ou amenizar a ação de infratores ambientais que, por desconhecimento ou falta de fiscalização, insistem em prejudicar o sossego alheio ultrapassado os limites sonoros estabelecidos pela legislação”, ressaltou Everaldo.

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