A aprovação da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha filho de Lula transformou a sessão da CPMI do INSS em um cenário de confronto nesta quinta-feira (26/2). Após a derrota na votação, parlamentares da base de Lula reagiram com gritos, acusações e partiram para o embate no plenário. A sessão acabou suspensa.
A medida, que atinge o período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026, faz parte das investigações sobre suspeitas de fraudes no INSS. Assim que o requerimento foi aprovado, deputados aliados de Lula avançaram até a mesa da presidência da comissão, iniciando um tumulto generalizado.
O clima saiu do controle, com empurra-empurra, troca de ofensas e agressão física. Imagens mostram o confronto entre Rogério Correia (PT), aliado de Lula, e Luiz Lima (Novo). Lima afirmou ter sido atingido com um soco. Correia admitiu a agressão e depois pediu desculpas.
Diante da confusão, os trabalhos foram interrompidos por cerca de 15 minutos e seguem suspensos. Parlamentares da oposição afirmaram que a reação da base de Lula demonstra incômodo com o avanço das apurações envolvendo o filho do presidente, se Lulinha não tem envolvimento com as irregularidades investigadas, por que a resistência à quebra de sigilo? por que essa blindagem?




































































