Profissionais de saúde do AM pedem ajuda a Bolsonaro para receber 5 meses de salários atrasados

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Profissionais da saúde do estado do Amazonas que estão cinco meses sem receber salários, segundo eles, fizeram uma manifestação hoje,22,na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), na avenida Mario Ypiranga, Zona Centro-Sul de Manaus, cobrando o décimos terceiros salários de 2017 e 2018 que segundo eles não foram quitados. “Bolsonaro SOS Amazonas” estava escrito em um dos cartazes onde eles pediam socorro ao Presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro.

O vice-governador e secretário estadual de Saúde, defensor Carlos Almeida, disse que o novo governo já vem tomando as providências para resolver a questão dos atrasos de salários de trabalhadores terceirizados da saúde e dívidas com as empresas, herdadas da gestão passada.

Almeida questionou a manifestação de técnicos de enfermagem, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Estado do Amazonas (Sindpriv-Am), na manhã desta terça-feira (22/01), uma vez que recebeu a demanda do sindicato em reunião com a diretoria há exatos oito dias e encaminhou todas para a tomada de providências.

“Seguimos com o compromisso do governador Wilson Lima de que os trabalhadores da saúde possam ter seus salários e seus direitos trabalhistas assegurados. Esse compromisso não é somente com o sindicato, mas com todos os trabalhadores e queremos dizer que existe um atendimento técnico sendo feito nesse sentido junto à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e outras instâncias”.

Almeida disse que está dando prioridade à questão, tanto que logo que assumiu, recebeu o Sindipriv. “No dia 3 de janeiro, um dia após nossa posse, eles protocolaram o pedido de reunião, que aconteceu dia 14, acolhemos as demandas e nos comprometemos em tomar as providências com os encaminhamentos técnicos necessários. Tudo registrado em ata e assinado pela presidente do Sindpriv, Graciete Mouzinho, e outros membros da diretoria. Além disso, tornamos público esse compromisso, com a  divulgação na imprensa e nas nossas redes sociais. Portanto, eu entendo que, se há uma demanda em atendimento, não há motivo para iriem à rua”.

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