FOTO: VALDO LEÃO/SECOM

A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), realizará, no próximo dia 11 de novembro, uma ação de prevenção ao câncer de próstata, com a oferta gratuita de 150 consultas de urologia precedidas do exame de PSA (Antígeno Prostático Específico – teste sanguíneo).

A reserva de vagas acontecerá nos dias 27 e 30 de outubro, no setor de comunicação da instituição (Rua Francisco Orellana, Dom Pedro, zona Centro-Oeste), das 9h às 14h, ou até que as vagas se esgotem. Podem se cadastrar homens com 45 anos ou mais. A atividade é alusiva à campanha Novembro Azul, movimento voltado à saúde masculina, explicou o diretor-presidente da Fundação, cirurgião oncológico Marco Antônio Ricci.

A expectativa é que cerca de 40 profissionais da saúde sejam mobilizados para o evento, idealizado pelo pesquisador da FCecon, urologista Cristiano Paiva, com o suporte do Serviço de Urologia da FCecon, da Liga Acadêmica de Urologia e da Liga Acadêmica de Oncologia. Segundo Ricci, os serviços de Enfermagem, Ambulatório, Same, Nutrição, Diretoria de Ensino e Pesquisa, Diretoria Técnica, Departamento de Prevenção e Controle do Câncer (DPCC) e Laboratório de Análises Clínicas, estarão engajados na ação.

Na ocasião, explica o diretor, haverá palestras com urologistas, sobre a saúde do homem, além da distribuição de lanches e brindes doados pela Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc). “Os homens submetidos à avaliação clínica, que incluirá o exame de toque retal, indicado a partir dos 50 anos, ou, para quem tem histórico de câncer na família, a partir dos 45”, destacou.

Novembro Azul

A campanha Novembro Azul foi criada para conscientizar a população masculina sobre a prevenção às principais doenças relacionadas aos homens, e  em especial, ao câncer de próstata. Ela é coordenada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Urologia e entidades parceiras.

No Amazonas, esse tipo de neoplasia maligna está no topo da lista das que acometem a categoria. A projeção do Instituto Nacional do Câncer (INCA), órgão subordinado ao Ministério da Saúde (MS), aponta que devem ser registrados 520 novos casos no Estado, em 2017, o equivalente a 28 diagnósticos para cada 100 mil habitantes (taxa bruta de incidência).

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