Foto: Assesoria

Um ano repleto de mudanças e  conquistas. Essa foi a base do discurso do presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSD), durante o Pequeno Expediente, nesta quarta-feira (20). Ele fez  um balanço de 2017, ano em que foi eleito para presidir o poder legislativo e, por questão constitucional, assumiu o Governo do Estado por cinco meses.

Na avaliação de David,  foram muitos desafios ao longo do ano, mas agora já é possível olhar para trás e ter o sentimento de dever cumprido.  “O ano de 2017 foi um ano atípico para o Estado do Amazonas e para minha vida pessoal. Tudo foi muito diferente, começando com o desafio de presidir esta Casa e depois governar o Estado por 144 dias. Chego ao final do ano tranquilo. Ando pela rua, ando no shopping, em feiras e vejo a satisfação do povo com o trabalho que desenvolvi”, afirmou.

O parlamentar lembrou ainda que conseguiu fazer a reposição salarial dos servidores da Casa e voltou a pagar o abono do fim de ano. David adiantou que a data-base de 2018  vai ser concedida no início do ano, bem como será resolvido o salário de 2016, que segue sem reajuste.

“Eu quero agradecer aos meus colegas deputados. Deixamos a Assembleia no dia 9 de maio com uma situação muito difícil em virtude da crise econômica. Por isso, esse Poder precisou  diminuir todos os contratos. Ficamos dois anos sem fazer a reposição salarial dos servidores desta Casa e quando retornei, em outubro, em uma semana nós fizemos a recomposição salarial de 2017”, explicou.

Ainda durante o discurso, David afirmou não ter feito mais do que sua obrigação. “Eu fui eleito para ser deputado estadual e eleito pelos meus colegas para presidir a Casa. E eu tenho o dever e dar o meu máximo para que os servidores desta Casa tenham dias melhores”, concluiu.

Entre as várias ações realizadas, David Almeida destacou a promoção da Polícia Militar e o escalonamento da Polícia Civil. “Eu tive a oportunidade de construir o plano do escalonamento da Polícia Civil. Eu participei e lembro que, na construção desse plano, a proposta do Sindicato era inferior à que nós apresentamos quando era líder do governo. Ainda tem gente que acredita que somente uma assinatura resolve. Ou é pouca inteligência ou é querer não reconhecer os méritos”, finalizou.

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