Governo do Amazonas abre cadastro para instituições filantrópicas que queiram receber doações

O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), iniciou, neste sábado (04), o cadastro de associações filantrópicas e instituições de caridade, que desenvolvem trabalhos de Assistência Social e tenham interesse em receber doações de alimentos, roupas e itens de higiene.

A determinação do Governo do Amazonas é ajudar as entidades que estão passando por dificuldades devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). De acordo com a secretária da Sejusc, Caroline Braz, o governador Wilson Lima está tomando as medidas necessárias para que todos os grupos em vulnerabilidade social tenham condições de enfrentar a pandemia. O objetivo da ação é fazer com que as doações cheguem até as instituições que ainda não são cadastradas junto ao Estado.

“A Sejusc está realizando o cadastro das entidades e organizações filantrópicas que trabalham com o público mais vulnerável. A partir do cadastro, nós vamos estabelecer uma rotina para entrega de alimentos a essas instituições, evitando toda e qualquer forma de aglomeração”, destacou a secretária.

Segundo a titular da Sejusc, o Governo do Estado, por meio das suas secretarias de Justiça (Sejusc), Assistência Social (Seas) e Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS), está arrecadando alimentos e, a partir do cadastro dessas instituições, fará a distribuição para a população que mais precisa. “Nesse momento de crise mundial, precisamos nos unir e levar o alimento para a mesa de quem mais precisa”, acrescentou. 

Para conseguir ter acesso às doações, basta ligar para o número (92) 9410-4599, das 8h às 16h, e enviar via WhatsApp os documentos necessários: cartão CNPJ da instituição (caso tenha), Carteira de Identidade (RG) e CPF do representante legal.

Após o beneficiário receber a doação, ele tem o prazo de até cinco dias úteis para enviar o relatório, contendo imagens da cautela de entrega dos produtos, assinada pelo representante legal; a quantidade de pessoas ou famílias beneficiadas; e ainda, o registro fotográfico da ação. O cadastro deve durar até o fim da pandemia no Amazonas.

 

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