Governador José Melo prestigia abertura das atividades do judiciário no Amazonas

O governador do Estado, José Melo, prestigiou nesta terça-feira, 2 de fevereiro, a abertura do ano judiciário do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e exaltou a parceria institucional com o órgão em ações para ampliar o acesso da população à justiça. Durante a solenidade, a presidente do TJAM, desembargadora Graça Figueiredo, anunciou o lançamento de edital de concurso público para juízes para comarcas do interior que atendem 14 cidades.

 

040FOTO – VALDO LEÃO

A tradicional sessão de abertura do ano judiciário é um momento em que o órgão apresenta um balanço das ações desenvolvidas e as metas traçadas para o ano que se inicia. José Melo ressaltou a importância do fortalecimento da justiça no Amazonas e destacou a parceria com o Tribunal em ações que tem ampliado a presença do poder no interior. Uma delas é o apoio institucional à instalação dos Centros de Resolução de Conflitos, que permitem a solução amigável de casos judiciais antes do ajuizamento das ações. Essa medida contribui na ampliação do acesso à justiça e ajuda a reduzir o tempo de resolução dos casos.

A desembargadora Graça Figueiredo enumerou avanços alcançados pelo órgão ano passado e destacou algumas medidas que estão em curso, como a obra do novo Fórum Cível Desembargadora Euza Maria Naice. O edital para concurso público com vagas para juízes de primeira instância será aberto este ano com vagas para as 7ª e 8ª sub-regiões. Ao todo, serão 23 vagas para atuação nos municípios de Anori, Anamã, Autazes, Beruri, Caapiranga, Coari, Codajás, Manaquiri, Novo Airão, Itapiranga, Maués, Nova Olinda do Norte, Silves e Urucurituba. Os salários podem chegar a R$ 24 mil. A data de divulgação do edital não foi informada.

“A gente precisa fazer concurso para prestigiar as pessoas do local onde moram. Se faz concurso com a possibilidade dela vir promovida para a capital eu nunca vou fazer massa crítica e nunca vou prestigiar as pessoas do local. Então fazendo concurso para que o cidadão, por exemplo, de Anori, more, viva e faça carreira lá, ele pode ser removido dentro da calha do rio sem vir para capital tenho certeza de que não teremos essa dificuldade em toda eleição municipal se pedir o prefeito para colocar funcionários da prefeitura para trabalhar nos cartórios”, disse a presidente do TJAM.

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