Após denúncias de abuso sexual João de Deus aparece pela primeira vez em Abadiânia

 

A confusão foi grande com a chegada de João de Deus  na Abadiânia, teve até mordida.

João de Deus foi cercado por seus funcionários, em meio a muito tumulto e gritaria, ele fez uma visita rápida na sala de atendimento e retornou.

Os jornalistas foram impedidos de se aproximar do médium, que fez a primeira visita ao centro Dom Inácio de Loyola depois de ser acusado de abuso sexual por mulheres que buscaram a casa em busca de tratamento espiritual.

O João saiu sem dar entrevista, disse que cumpria uma missão dada há 60 anos. e declarou: “Eu sou inocente”.

Em meio a confusão, voluntários agrediram jornalistas, esta foi a preimeira aparição em público após a acusam de abuso sexual de centenas de mulheres.

Cerca de 400 pessoas – incluindo crianças e duas pessoas de cadeiras de rodas – aguardam a chegada do lider espiritual. Isso representa um terço do movimento habitual. Chico Lobo, um dos funcionários da casa, afirmou que três ônibus – de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas – chegaram à cidade. “É menos que o de costume. Mas há também o impacto da proximidade das festas. Nesta época, tradicionalmente o movimento cai.”.

Outra fiel, a assistente social Mara Ortiz  viajou a Abadiânia já sabendo das acusações. Ela saiu de Pelotas, no Rio Grande do Sul, na terça-feira, 11, em uma caravana. De acordo com ela, estavam confirmadas 28 pessoas no grupo gaúcho, pelo menos 18 desistiram de viajar após verem a repercussão do caso. “Ele não é um Deus. É humano”, diz Mara que ainda revelou ser a primeira vez em que pretende se encontrar com João de Deus.

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