Fotos: Ana Cláudia Jatahy|Alberto César Araújo

Pioneiro em diversas áreas, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) foi homenageado em sessão especial da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) por ser o primeiro órgão público do estado a firmar convênio com a Associação dos Deficientes Físicos do Amazonas (Adefa), a fim de contratar deficientes como servidores do tribunal. A homenagem, de iniciativa do deputado Platiny Soares, teve a presença da conselheira-presidente do TCE, Yara Lins dos Santos, o conselheiro Júlio Pinheiro, o conselheiro Josué Filho, o presidente da Adefa, Isaac Benayon, além de diversas autoridades e vários servidores do tribunal.

Abrindo a sessão, o deputado Platiny Soares relembrou sua passagem pelo TCE, como estagiário, e a maneira como sempre teve “carinho por esse grande projeto de inclusão social, que esperamos que aconteça aqui na Aleam também. Parabéns a todos os participantes desse projeto, que deveria ser modelo para todas as instituições públicas”.

A presidente do Tribunal de Contas, Yara Lins dos Santos, juntamente do presidente da Adefa, Isaac Benayon, receberam cada um uma placa homenageando-os pelo trabalho. O presidente da Aleam, deputado David Almeida, entregou as placas “em reconhecimento a sua contribuição pioneira pela inclusão social.

Ao falar aos presentes, conselheira-presidente agradeceu aos deputados pelo reconhecimento, e ressaltou que o Tribunal, hoje, conta com 26 pessoas trazidas pela Adefa trabalhando na digitalização e organização dos processos do tribunal, que este ano chegaram à marca de 8 milhões de páginas digitalizadas. “Não cabe aos órgãos públicos somente realizar suas obrigações legais, mas também auxiliar a coletividade. Reassumo meu compromisso de fazer uma gestão com foco nas pessoas, melhorando o ambiente de trabalho”, completou a presidente da Corte de Contas.

Idealizador do projeto de convênio com a Adefa e presidente do TCE à época, o conselheiro Júlio Pinheiro acrescentou que a inclusão social realizada pelo tribunal vai além do tema da inclusão, possuindo conotação ambiental. “Além de garantir a dignidade do trabalho, esse projeto garante a redução de papel dentro do tribunal; portanto é uma ação socioambiental, como deveriam ser todas as ações dos órgãos públicos”.

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