O Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) registrou neste sábado (07/10), duas ocorrências envolvendo visitantes com materiais ilícitos.

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FOTOS: DIVULGAÇÃO SEAP

Entre as apreensões, dois materiais curiosos chamaram a atenção dos agentes de socialização e equipes de plantão da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) que estavam conduzindo os procedimentos de revista. Duas chaves de boca foram encontradas com a irmã de um detento, que introduziu as ferramentas em suas partes íntimas para burlar o sistema de revista e fiscalização.

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Por volta das 13h, Adriana Leal da Fonseca passou pelos equipamentos de segurança, que detectaram uma chave de boca nº 22 e outra nº24 escondidos com ela. Adriana iria visitar o irmão Lessandro Leal de Lima, do pavilhão 3 da unidade.

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Meia hora depois, a visitante Dani Lene Ferreira dos Santos, de 19 anos de idade, tentou entrar na unidade com material entorpecente, supostamente pasta base de cocaína e a quantia de R$10. O material seria entregue ao detento Jefferson Ferreira dos Santos, também do pavilhão 3. (Foto: Divulgação Seap)

As ocorrências foram registradas duas semanas após um grande fluxo de visitantes serem flagrados na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e no regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj Fechado). De acordo com o secretário executivo-adjunto da Seap, major da Polícia Militar, Klinger Paiva, as fiscalizações continuarão intensas e cumprindo o objetivo de inibir as ações de familiares e evitar que os materiais proibidos cheguem aos pavilhões e celas das unidades.

“Tivemos um aumento de 26% de objetos ilícitos flagrados com familiares. Esse número representa uma parcela significativa de materiais que evitamos que entrassem nas unidades. As equipes da Seap e da empresa co-gestora estão atuando para que mais flagrantes sejam realizados, e os familiares identificados serão repreendidos pelas tentativas de burlar o sistema”, disse o major Klinger Paiva.

Adriana e Dani serão encaminhadas a um Distrito Integrado de Polícia (DIP) para os procedimentos de flagrante e terão suas autorizadas de visitas suspensas pelo prazo de 30 a 60 dias, após avaliação e decisão da secretaria.

Com informação da Assessoria  da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) Amazonas
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