GOLPE E EXTORSÃO EM COARI DESMASCARADOS

GOLPE EM COARI DESMASCARADOAcabo de dar entrada no Ministério Público de uma vasta quantidade de provas que deixam claro a existência de uma quadrilha em Coari atuando para forjar testemunhas, enganar a justiça e a imprensa e tomar a prefeitura de Coari. Desde já #compartilhe.Estou disponibilizando alguns destes áudios em minha página para que toda a sociedade amazonense saiba como funciona esse esquema teatral para roubar a prefeitura.Funciona com a tentativa de desgastar minha imagem perante a sociedade. Quem cuidava disto era o promotor Weslei Machado, que através de denúncias fracas e infundadas, tentava mostrar para a imprensa crimes que não existiam. Para isto contava com a interação de seu amigo Raione Queiroz. Para o jornal D24Am o promotor chegou a dizer que não conhecia Raione. Estamos aqui apresentando as provas que sim! Ou seja, mentir para a imprensa já estava combinado.Perceba que em todas as ações do Weslei ele sempre pedia que eu, minha vice e o presidente da câmara fossem afastados. Agora está claro que isto era para facilitar o golpe. Com minha imagem desgastada, o grupo criminoso faria o golpe final. Forjariam testemunhos falsos para se apresentar ao Ministério Público Estadual e Federal, e até mesmo para a Polícia Federal. Eles chegam a dizer que tem influência sobre os investigadores. Com estes testemunhos falsos eles objetivavam garantir minha prisão, de minha vice e de outros vereadores.A quadrilha já havia escolhido até o prefeito substituto: vereador Samuel Castro. Nos áudios ele aparece dando autorização para que Raione faça as negociações necessárias para o esquema, pois quando assumisse faria sua parte.Raione chega a afirmar que o conhecido advogado de Magalhães, Dr. Flávio Britto (atualmente desembargador eleitoral em Brasília), também estava envolvido e era o responsável de dar as instruções sobre o que deveria ser dito nos depoimentos, além de escrever as denúncias.Vereadores Adeva, Ademoque e Ewerton também estão entre os citados por Raione no esquema.Mas o pior não é só a tentativa criminosa de golpe e de enganar a justiça com testemunhos falsos. Raione também se ofereceu para acabar com as denúncias feitas por Weslei. Segundo ele, se eu pagasse 1,5 milhão não somente Weslei iria parar com as denúncias como ajudaria a arquivar as outras. R$ 500 mil seriam destinados ao promotor Weslei.Isso para mim é extorsão! Isso é crime! Faço parte de uma geração que não está disposta a participar desses esquemas asquerosos que tem feito tanto mal para a população.Nossa administração se orgulha de estar totalmente em conformidade com as leis e com as boas práticas da administração pública. E quando a gente faz o certo e caminha na trilha do bem, Deus protege. Como aconteceu agora e o esquema dessa quadrilha foi revelado.Compartilhe com todos os seus amigos. O Amazonas precisa saber do teatro que existe em Coari e quem de fato são os bandidos.#Amazonas #GolpeContraoPovo

Publicado por Adail Filho em Terça-feira, 26 de junho de 2018

O áudio acima é um link da página oficial do Prefeito de Coari, Adail Filho, que está denunciado no dia de hoje,26, uma tentativa de extorsão assim como uma plano conspiratório para apeá-lo do comando da Prefeitura. Extorsão e conspiração que contaria, segundo Adail,  com a colaboração do promotor do Ministério Público do Amazonas, Weslei Machado o que, levou o alcaide a protocolar junto ao MP-AM um pedido de investigação contra o promotor. Veja a coletiva concedida pelo Prefeito de Coari após protocolar a denúncia :

CONSPIRAÇÃO 

As denúncias teriam por objetivo atribuir crimes falsos ao prefeito, sua vice, presidente da câmara e alguns vereadores. Com isto, abriria espaço para o grupo assumir a prefeitura. Neste momento Raione cita a participação de um dos advogados do ex-prefeito Magalhães, Flávio Britto, que atualmente atua como desembargador eleitoral em Brasília. Conforme Raione, ele é quem dá as orientações e escreve as peças com denúncias.

“Dr. Flávio Britto fez a peça. Quando o Dr. Flávio Britto me liga, ele passa mais de uma hora conversando comigo. Me instruindo. Raione é assim, assim, assado (sic)”. Raione dá a entender nos áudios que Flávio também orientou sobre o que deveria acontecer após o golpe.

“Vou te falar umas coisas aqui, no mínimo o Samuel passa seis meses. o Dr. Flávio (Britto) garantiu. No mínimo seis meses. Aí, depois de seis meses, pode ir prorrogando. Aí faz os vereadores faltarem, “pra” não fazer. Faz aquelas manobras, sabe?! Os vereadores faltam, não dá quórum… e vai ganhando tempo. Vai ganhando tempo. Aí a justiça obrigatoriamente lança a eleição. Aí a gente já tá bem po… tá articulado financeiramente, politicamente…. tudo isso (sic)”, revela.

Extorsão – Quando Raione teria descoberto que, além de não participar do esquema, Joabe entregaria os áudios a Adail Filho, teria oferecido um “acordo”, supostamente em nome do promotor. O prefeito deveria pagar R$ 1,5 milhão para Raione, onde R$ 1 milhão seria para ele e os outros R$ 500 mil reais para o promotor Weslei Aguiar. Com o pagamento as denúncias acabariam e ainda seriam arquivadas. Adail chamou isso de extorsão durante a coletiva.

A denúncia da extorsão foi efetuada formalmente no dia 16 de maio ao Conselho Nacional do Ministério Público e Procuradoria Geral do Ministério Público, mas no dia 21 do mesmo mês, a quadrilha entrou com outra ação com a mesma acusação, tentando inverter o caso. Para tentar dar credibilidade o grupo tentou emplacar o caso na imprensa.

“Isso para mim é extorsão! Isso é crime! Faço parte de uma geração que não está disposta a participar desses esquemas asquerosos que tem feito tanto mal para a população”, disse Adail durante entrevista. Após dar entrada na denúncia, Adail reforçou ao procurador geral do Ministério Público do Amazonas a importância de investigar o caso de forma célere.

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