Maternidade Azilda Marreiro comemora um ano de criação de grupo de Whatsapp, para apoiar e orientar mães na fase da amamentação

A Maternidade Azilda Marreiro e o Banco de Leite Galileia, da Secretaria de Estado da Saúde (Susam), realizaram na última sexta-feira (18), às 14h30, um encontro de mães e bebês, para comemorar os resultados de um ano de funcionamento do grupo de apoio à amamentação, que utiliza como ferramenta de comunicação o aplicativo WhatsApp.

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 Durante a atividade, mães integrantes do grupo visitaram as mulheres internadas na unidade para mostrar seus bebês e o quanto o aleitamento materno contribuiu para que estejam crescendo saudáveis. O objetivo é incentivar as puérperas a adotar o mesmo caminho. Também houve entrega de certificados para as mães que, com o apoio de grupo, conseguiram manter seus bebês em amamentação exclusiva até os seis meses de idade, como é preconizado pelo Ministério da Saúde.

 A enfermeira Leny Folhadela, uma das coordenadoras do grupo de apoio, diz que o projeto já alcançou mais de 1.000 mães de bebês nascidos na unidade. Na fase de amamentação, elas puderam contar com o apoio mais direto das ações de estímulo ao aleitamento materno, tirando suas dúvidas com profissionais e trocando experiências com outras mulheres. O trabalho repercutiu, também, no aumento de doações recebidas pelo Banco de Leite da Galileia.

 Além das conversas travadas por meio do aplicativo, as mães são convidadas a participar, periodicamente, de encontros presenciais na maternidade, para uma interação maior entre elas e a equipe de profissionais que atua no projeto, formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeuta, assistente social e psicopedagoga.

Orientação adequada – A coordenadora do Banco de Leite Galileia, Ana Hilda Menezes de Brito, destaca que embora as mães, de um modo geral, tenham a informação de que a amamentação é a forma mais saudável e recomendada de alimentar o filho nos primeiros meses de vida, nem sempre conseguem executar essa tarefa, se não tiverem a orientação adequada e forem apoiadas nessa decisão.

 “Principalmente, quando se trata das mães de primeira viagem, os primeiros dias da amamentação podem ser marcados por ansiedade, insegurança, desconforto. São situações que podem levar a mãe a desistir do aleitamento materno, optando pela alimentação em mamadeira, o que não é recomendado”, diz Ana Hilda.

 Ela explica que, com o bebê novinho, nem sempre a mãe pode se deslocar de casa para a unidade, para tirar as dúvidas. O grupo criado no WhatsApp tem essa característica de facilitar o acesso à equipe, que pode dar as orientações.

 O diretor da Maternidade Azilda Marreiro, Braz Rodrigues dos Santos, afirma que as ações de apoio e estímulo ao aleitamento materno são um compromisso da unidade, que como as demais maternidades da rede estadual de Saúde, são credenciadas como Hospital Amigo da Criança e da Mãe, título concedido pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Unicef, a unidades de saúde do País que se destacam nas ações de apoio à causa.

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