O Estadão perguntou a Guilherme Boulos, líder do MTST e pré-candidato presidencial pelo PSOL, se ele não faz o jogo de Jair Bolsonaro ao polarizar com o deputado.

Boulos respondeu:

“Ele não deve ser tratado como concorrente, mas como criminoso. Ele faz apologia ao estupro, defende tortura em meio ao Congresso Nacional, faz falas racistas. Se o Código Penal fosse levado a sério, Bolsonaro estaria preso e não candidato a presidente. Enfrentar o Bolsonaro não é uma questão eleitoral, é questão de princípio.”

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