Já foram ouvidas quatro testemunhas que estavam na casa da família Brittes, a Polícia Civil de São José dos Pinhais, região Metropolitana de Curitiba, na terça-feira, quando o jogador Daniel foi espancado antes de ser morto e ser deixado em um matagal. Desde então os depoimentos estão cheios de controvérsias.

Alguns relatos foram divulgados pela TV RPC Curitiba e as identidades não foram reveladas. Duas das pessoas, afirmaram que Edison Brittes saiu da casa por volta das 8h para buscar bebida. Contaram também que não viram a porta do quarto do casal arrombada e que não ouviram gritos de socorro de Cristiana Brittes , que afirmara anteriormente ter que Daniel havia tentado estuprá-la.

Delegado negou tentativa de estupro

O delegado Amadeu Trevisan, da Polícia Civil de São José dos Pinhais, disse em coletiva que  não houve tentativa de estupro por parte do jogador contra Cristiana Brittes, mulher do assassino confesso, Edison Brittes.

Após ouvir testemunhas do caso, Trevisan afirma que ninguém que estava na casa naquela manhã de sábado disse ter ouvido qualquer grito de socorro por parte de Cristiana, conforme relatou Edison.

“A versão da tentativa de estupro, que nós estamos desconfigurando agora, com essas testemunhas, e bem como o arrombamento da porta também. Para nós, o Daniel simplesmente estava na cama”, disse o delegado.

“Não houve a tentativa de estupro, mesmo porque o Daniel estava com 13,4 decigramas de álcool no sangue. Então, ele estava muito embriagado, estava muito aquém de conseguir realizar algum estupro”, completou.

Daniel Corrêa estava emprestado pelo São Paulo ao São Bento. Ele foi revelado pelo Cruzeiro, jogou pelo Botafogo, Ponte Preta e Coritiba. A morte aconteceu na manhã do dia 27 de outubro e o corpo do jogador foi deixar em um matagal com o órgão sexual decepado.

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